Villagio Toscana se destaca no mercado imobiliário

Villagio Toscana, primeiro empreendimento em Goiânia da BrDU Urbanismo é sucesso de vendas

A BrDU Urbanismo comemora o sucesso do seu primeiro condomínio horizontal em Goiânia: o Villagio Toscana. Em apenas 30 dias todos 342 lotes do empreendimento foram vendidos, sendo que 90% nas primeiras 24 horas. O valor médio de cada lote entre 300 m2 e 500 m2 é de R$ 165 mil.

O Valor Geral de Venda (VGV) é da ordem de R$ 60 milhões. Até a entrega do Villagio Toscana em dezembro de 2020, a BrDU terá investido cerca de R$ 20 milhões no projeto.

“Superou em muito nossas expectativas. Inicialmente prevíamos que as vendas fossem feitas ao longo de dozes meses”, diz o diretor comercial da BrDU, Leonardo Rodrigues.

Leonardo credita o sucesso comercial à qualidade do produto e a região onde está localizado. “A região norte tem uma demanda e potencial muito grandes. Aliado a um projeto bem analisado e projetado em cima de muita pesquisa, tivemos esse resultado extraordinário, mesmo em um ano de crise para o segmento”, analisa. “Foi o produto certo no local certo”.

Presidente da BrDU, João Victor Araújo, adianta que o Villagio Toscana é o primeiro de vários empreendimentos do grupo na região norte. “Apostamos muito nessa região e já temos no nosso “land bank” outros terrenos para novos empreendimentos. A nossa intenção é lançar outros condomínios nos próximos dois anos”, conta.

Localizado na Região Norte de Goiânia, próximo ao Campus Samambaia da Universidade Federal de Goiás (UFG), o Villagio Toscana reforça a característica que a BrDU mais preza em seus empreendimentos: o espírito de viver em comunidade.

O Villagio Toscana vai gerar 300 empregos diretos, durante a obra. “A previsão é pelos próximos 15 anos vamos gerar até dois mil empregos indiretos durante a construção e também na manutenção das unidades após a entrega”, prevê João Victor.

Arquitetura e paisagismo

O Villagio Toscana tem sua arquitetura voltada para a região tida como a mais bela da Itália, que dá nome ao empreendimento. De acordo com o arquiteto que criou o projeto, Renato Cunha, a proposta contempla a arquitetura vernacular – aquela construída pelo povo – característica da Toscana que, embora simples e rústica, preza pelo conforto e pela beleza.

“Pesquisamos minuciosamente os elementos, a tecnologia e os materiais utilizados nas edificações toscanas e o que vimos foi a utilização massiva de tijolos aparentes, arcadas, rosáceas e pérgulas, itens que estão contemplados no

 

Segundo a arquiteta Yara Emi Hasegawa, responsável pelo projeto paisagístico, o conceito geral de áre

projeto. São elementos lúdicos, soltos, que complementam o projeto e se integram ao paisagismo do local”, explica.

as verdes também remete à Toscana e se inspira, em determinados locais, nas praças da Itália. Ela explica, no entanto, que a inspiração é italiana, mas a formatação do projeto, o piso, e a vegetação são diferentes, pois foram utilizadas espécies misturando o Cerrado e espécies da Itália, mas disponíveis e adaptadas ao clima local.

Outro destaque da parte externa, são as ruas compartilhadas. Yara Hasegawa também salienta a importância da memória afetiva que o paisagismo concebido para o Villagio Toscana trará ao morador, com a presença de árvores frutíferas, espalhadas pelo condomínio, para que se possa colher a fruta no pé, o que remete os adultos à infância e as crianças ao lúdico.  “Uma das escolhas foi a parreira, por remeter à região da Toscana, inspiração para a arquitetura e paisagismo do Villagio Toscana”, completa.

Com o Villagio Toscana, a BrDU Urbanismo foi uma das vencedoras do 12º Prêmio Top Imobiliário e Condominial, do SecoviGoiás de melhor projeto. O prêmio tem como objetivo reconhecer e estimular a excelência profissional nos setores imobiliário e condominial de Goiás.

Principais características

O Villagio Toscana faz parte da linha de produtos “Villagio” da BrDU caracterizada por condomínios horizontais fechados. São elementos básicos e diferenciais dos empreendimentos da BrDU itens como segurança 24 horas, asfalto, rede de energia aérea, rede de água e esgoto, academia de ginástica, pista de cooper, ciclovia, campo de futebol, playground, piscina com borda infinita, churrasqueiras, quadra de areia poliesportiva.

Um dos grandes atrativos do projeto, é o salão de festas. No Villagio Toscana o acesso é exclusivo, o que favorece a entrada dos convidados sem prejudicar a segurança interna. Outra grande atração do projeto são os equipamentos na área de lazer para PNEs. Este último, um dos principais diferenciais.

Para João Victor, esses benefícios fazem parte do DNA da empresa. “Nossa missão é criar espaços urbanos de modo sustentável, transformando terrenos em comunidades.”

Sobre a BrDU

A BrDU é uma empresa legitimamente goiana formada por sócios com vasta experiência no ramo imobiliário, no qual já atuam há mais de duas décadas, mas especialmente em loteamentos convencionais (abertos) e condomínios horizontais (loteamentos fechados). A empresa está presente em nove estados brasileiros com 12 mil lotes entregues.

Atualmente a BrDU atua em Goiás, São Paulo, Espírito Santo, Minas Gerais, Bahia, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Maranhão e Pará.

 

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Em 2017, economia do Maranhão foi o grande destaque

SÃO PAULO

O Sudeste foi a única região a registrar queda da atividade econômica em 2017, indica levantamento feito pelo Itaú Unibanco e obtido com exclusividade pela Folha.

Responsáveis por mais da metade de tudo o que é produzido no país, São Paulo, Rio, Minas e Espírito Santo tiveram queda de 0,7% no PIB (Produto Interno Bruto) combinado e acabaram ditando o ritmo moderado de expansão da economia como um todo no ano passado (+1%).

Todas as outras regiões do país cresceram acima do PIB em 2017, com destaque para os grandes produtores agrícolas. Alguns fatores ajudam a explicar a parada daquela que é considerada, por seu tamanho, a maior locomotiva do Brasil.

Artur Passos, economista do Itaú, diz que a crise no setor do petróleo, com queda do investimento e da renda, afetou em especial Rio e Espírito Santo. “Havia toda uma cadeia de construção, um boom imobiliário ligado ao petróleo, que perdeu força ao longo da recessão”, diz ele.

O forte desequilíbrio fiscal que atingiu também Minas Gerais e a alta do desemprego que penalizou o maior mercado de trabalho do país — São Paulo — explicam o desempenho da demora da região.

Em meio a dificuldades no âmbito econômico e social, o Rio teve queda de 2,2% do PIB, a segunda mais forte registrada entre todos os 26 estados e o Distrito Federal.

São Paulo caiu bem menos (-0,3%), mas o efeito desse recuo sobre o desempenho geral não é desprezível: o estado responde por cerca de um terço da economia do país.

“Mesmo tendo ficado para trás, é bom lembrar que o Sudeste tem uma renda importante e uma arrecadação que viabiliza investimentos e programas sociais em outras regiões”, diz Passos.

O melhor desempenho ficou com o Sul (+3,4). Norte e o Centro-Oeste cresceram em ritmo acelerado, ambos ao redor de 2,5%. O PIB da região Nordeste cresceu 1,7%.

Olhando para um período mais longo, porém, desde o segundo trimestre de 2014, considerado o início da recessão, apenas um punhado de estados consegue alcançar um nível econômico superior ao registrado lá atrás.

O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulga os dados regionais, mas com defasagem. As informações disponíveis hoje são de 2015 e, portanto, não permitem avaliar como a recuperação vem se distribuindo nos diferentes estados.

Esses dados foram replicados a partir dos levantamentos de produção agrícola, produção industrial, emprego formal, o Caged, e da pesquisa mensal do comércio.

MARANHÃO CRESCE MAIS

Com exceção do Sudeste, o lanterninha da recuperação econômica, todas as outras regiões do país cresceram em 2017, com um efeito importante da forte produção agropecuária em estados espalhados por Sul, Norte, Nordeste e Centro-Oeste.

Olhando à frente, porém, a expansão esperada para o PIB (Produto Interno Bruto) deve ser bem mais disseminada, retirando o protagonismo dos estados movidos pelo agronegócio, diz Artur Passos, economista do Itaú Unibanco e autor do relatório.

O Itaú prevê crescimento de 3% para a economia neste ano e de 3,7% em 2019.

Em 2017, o Maranhão foi o destaque entre os estados. Após um período morno em 2016, a safra agrícola recorde e a extração de minério justificam o desempenho extraordinário do estado.

Com uma fatia pequena do PIB, de 1,4%, o estado produtor de soja e arroz cresceu 9,7%, acima da alta de 1% da economia como um todo.

O Nordeste, região que crescia de modo mais acelerado antes da recessão, cresceu 1,7% no ano passado.

O fenômeno climático La Ninã, diz Passos, que predominou em 2017, favoreceu o volume de chuvas em áreas produtoras do Nordeste.

Além do Maranhão, Piauí e Tocantins, no Norte, completam a trinca da extensão agrícola conhecida como “mapito”, todos com alta superior ao PIB.

O Sul registrou o crescimento mais expressivo. Na região, o destaque foi o Paraná, grande produtor de trigo e milho. No Centro-Oeste, o maior produtor de soja do país, Mato Grosso, cresceu 8,7%, muito acima da média nacional.

A análise de um período maior, que vai do segundo trimestre de 2014, fim do último ciclo de expansão, até o ano passado, mostra que o PIB do país está 5,3% mais baixo.

REAÇÃO

Neste período, no entanto, alguns estados já conseguem mostrar reação, em especial no Norte, com cinco deles com desempenho acima do pico anterior.

Para Passos, com uma economia pequena –o Norte representa 5,5% do PIB–, a região pode ter sido menos afetada pelos fatores que causaram a recessão, como a piora do balanço das empresas e o ciclo forte de elevação dos juros para combater a inflação.

O economista diz que estados cuja participação de recursos vindos de programas sociais é grande também podem ter sido menos afetados pela crise.

“Em geral, as regiões menores se comportam de modo diferente de São Paulo, por exemplo, que tem uma relação grande com PIB agregado”, diz o economista.

Passos cita ainda a movimentação do porto de Santarém, no Pará, e o desempenho da Zona Franca, em Manaus.

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Loteamento no Maranhão

Lotes na região norte 

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10 aplicativos necessários para o corretor de imóveis

Informações: publicidadeimobiliaria 
Foto: Web

Os profissionais do mercado imobiliário já conhecem bem alguns dos aplicativos que vamos mostrar abaixo. Veja na nossa lista os aplicativos que vão otimizar o seu trabalho, e podem alavancar as suas vendas em 2018.

1 – Whatsapp/ Whatsapp Business

O Whatsapp já é um clássico. O uso desse aplicativo para os negócios se tornou comum entre profissionais e clientes. O Whatsapp acabou se popularizando como o canal de comunicação entre os envolvidos em uma venda de imóvel. Tudo isso por conta do envio de dados em texto, áudio, vídeo e fotos de forma instantânea. Além dessas funcionalidades, o app permite realizar ligações ou transmissões em vídeo.

As pessoas também podem compartilhar sua localização via Whatsapp. Dessa forma corretores e clientes conseguem se encontrar de maneira mais rápida e fácil. A funcionalidade que permite formar grupos no Whatsapp com colegas e clientes ajuda na hora de falar com muitas pessoas de uma só vez. O Whatsapp está disponível gratuitamente para iPhone e Android.

Uma notícia quentinha , o app está Whatsapp Business já está disponível para Android. Ele é a  versão corporativa do famoso mensageiro direcionada a micro e pequenas empresas. Por enquanto, o aplicativo pode ser baixado apenas para aparelhos com Android — a versão iOS deve ser liberada em breve. O novo app permitirá a criação de respostas rápidas, para agilizar o atendimento, e de mensagens padrões de saudação e ausência, e outras funcionalidades.

2 – APP Facilita

O Facilita auxiliará na Gestão de seus clientes: você encontrará ferramentas que auxiliam o atendimento. O Funil de Vendas permite ter uma visualização de todo o processo de vendas;

Consulta de disponibilidade dos produtos: Veja informações atualizadas da disponibilidade das unidades e solicite reservas através do espelho de vendas;

Tabelas de preços: tenha acesso rápido à tabelas de preços atualizadas; Imagens e plantas dos produtos: acesse as imagens atualizadas e plantas para enviar para seus clientes;

Criação de tarefas para auxiliar seus compromissos: tenha maior controle de suas tarefas diárias para não perder nada, otimizando seu tempo para atingir os melhores resultados; Não perca as novidades: pelo app você ficará por dentro de todas as novidades das contas que você se conectou!
Você terá total controle na palma da mão, otimizando o atendimento a seu cliente e tendo acesso fácil às informações dos empreendimentos em poucos cliques.

3 – Instagram

O Instagram se tornou muito mais do que uma rede na qual compartilhamos fotos dos nossos momentos pessoais. O aplicativo pode auxiliar no nosso relacionamento com clientes e potenciais clientes. Dá para soltar a criatividade e fazer diversas ações por meio do Instagram e encontrar cada vez mais admiradores do nosso trabalho.

Com o app é possível fazer fotos de clientes visitando os imóveis, assinando contratos e de mudança para a nova casa. A função stories permite mostrar o que está acontecendo no momento, então conseguimos registrar para os nossos seguidores a satisfação de um cliente que comprou algum imóvel da nossa carteira, por exemplo. Muitas empresas já marcam presença no Instagram. O aplicativo está disponível gratuitamente para iPhone e Android.

4 – Waze

O Waze pode ser uma poderosa ferramenta para se safar do trânsito e evitar o atraso em um compromisso com clientes. O aplicativo funciona como um GPS gratuito, que reúne dados fornecidos pelos próprios usuários. As informações auxiliam para um trânsito mais rápido e seguro.

Além de todas essas funcionalidades, o Waze consegue calcular o tempo exato para chegar ao destino final. O aplicativo está disponível para iOS e Android.

5 – Google Maps

Assim como o Waze, o mapa do site de buscas é bastante usado para traçar rotas. Ele dá opções para quem vai a pé, de transporte público ou carro. O Google Maps além de mostrar endereços residenciais, apresenta a localização de restaurantes, clínicas, shoppings, praças e diversos estabelecimentos. Usando o aplicativo dá para dar zoom nas ruas e ver o que existe nelas.

O Google Maps também é uma ótima ferramenta para falar sobre o trânsito. Nos celulares Android mais novos, o aplicativo já vem instalado. Ele também tem versão para iPhone.

6 – Guia Bolso

Não importa o ano, os gastos devem ser controlados o tempo inteiro. O GuiaBolso é um aplicativo para acompanhar nossas despesas. Para tudo aparecer organizado automaticamente, basta fazer a conexão com nosso banco, cadastrando dados da nossa conta. Depois de sincronizado, o aplicativo puxa as transações bancárias que realizamos.

É possível criar categorias para os nossos gastos, além de fazer descrições e usar hashtags. O Guia Bolso tem duas funcionalidades bem interessantes: definição de metas de gastos e exclusão ou adição de outras contas bancárias. O app também monitora gastos de cartões de créditos que cadastramos. O GuiaBolso está disponível para iPhone e Android.

7 – Dropbox

O celular está com a memória cheia? O Dropbox é uma ferramenta conhecida por armazenamento em nuvem, ou seja, ela armazena digitalmente qualquer arquivo, como:

Imagens;
Gráficos;
Tabelas;
Orçamentos;
Plantas de projetos arquitetônicos;
Catálogos de imóveis disponíveis;
Entre outros.

Os dados guardados pelos corretores de imóveis podem ser acessados por meio de conexão com internet. Assim é mais fácil não acumular muita coisa na memória do celular. O aplicativo está disponível para iPhone e Android.

8 – Pixrl

Tirou fotos dos imóveis, mas precisa fazer alguns ajustes? Ter um aplicativo de edição de fotos facilita na hora de deixar a imagem do jeito que a gente gostaria. O Pixrl edita todos os aspectos visuais das imagens e faz cortes. Esse aplicativo também permite a inclusão de logos e marca d’água nas imagens.

O Pixrl tem versões gratuitas para iPhone e Android. O app é considerado um dos melhores de edição de imagens.

9 – Michaelis – Guia Prático Da Nova Ortografia

Uma boa parte das atividades dos corretores é responder e-mails e mensagens, além de redigir contratos. Precisamos lidar com a clareza da língua portuguesa, nos fazer entender para não criar uma comunicação na qual os envolvidos não se entendam.

Com as mudanças nas regras do português, algumas dúvidas acabam surgindo. O famoso dicionário Michaelis traz de maneira didática as novas normas. Dividido em tópicos, o app descreve o que mudou e mostra exemplos. Uma ferramenta útil para o nosso dia a dia. Disponível para iPhone e Android.

10 – Facebook

Ainda não tem uma página da imobiliária no Facebook? O profissional que está fora do Facebook está perdendo de atrair potenciais clientes. Para aqueles que já tem, o app ajuda a monitorar o engajamento em sua página, acompanhando curtidas, comentários e mensagens. O aplicativo está disponível para iPhone e Android.

Fonte: Marketing e Publicidade IMOBILIÁRIA

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Mercado aumenta previsão para crescimento da economia em 2019

Grupo de analistas que mais acertou eleva estimativa para juros este ano

RIO – O mercado ampliou para 2,99% a previsão para o crescimento da economia brasileira em 2019, ante taxa de 2,80% na semana anterior, segundo o Boletim Focus, do Banco Central, que traz as estimativas das principais instituições financeiras do país. Para 2018, o número foi mantido em 2,70%.
Já os economistas que mais acertam as previsões na pesquisa Focus do Banco Central passaram a ver menos afrouxamento monetário neste ano ao elevarem sua expectativa para a taxa básica de juros.

 

CONFIRA INFOGRÁFICO:

O levantamento divulgado nesta segunda-feira mostrou que o Top-5, aqueles que mais acertam as previsões, continua vendo corte de 0,25 ponto da Selic no encontro de fevereiro do Comitê de Política Monetária (Copom) do BC, a 6,75%.

Mas, para o fim do ano, o grupo passou a ver a taxa básica de juros em 6,63% na mediana das expectativas, contra 6,5% antes. Para 2019, esses especialistas também aumentaram suas contas, a 8,5% de 8% antes.

A maioria dos indicadores, no entanto, se manteve sem alterações. A projeção é que a inflação oficial — medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) — fique em 3,95% em 2018 e 4,25% em 2019. Além disso, o mercado espera que a taxa básica de juros fique em 6,75% no fim de 2018, mas retome uma trajetória de alta em 2019, até encerrar o ano em 8%.

Fonte: Jornal O Globo

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Como escolher um terreno na hora de construir

Preste atenção em algumas características básicas que podem ajudar a evitar que você tenha dores de cabeça no futuro

Toda boa construção começa com um bom terreno. Esta é uma regra que mostra a importância de prestar atenção na hora de escolher a propriedade onde irá construir sua casa, afinal prestar atenção em algumas características básicas pode ajudar a evitar que você tenha dores de cabeça no futuro, ou pior, no meio da obra. Confira algumas dicas.

Topografia: Por terrenos planos serem mais caros, muitas pessoas buscam por propriedades em declive ou aclive devido aos seus preços mais em conta, o que pode resultar em bons negócios. Porém é necessário prestar atenção em alguns detalhes, afinal pagar mais barato em um terreno desnivelado pode significar que você terá que gastar mais para deixa-lo em ordem. Propriedade em declive necessitam de movimentações de terra, aterros e estruturas de contenção e de drenagem, enquanto terrenos em aclive também precisam de obras estruturais, como escoamento da água, e podem correr o risco de alagamento.

Sempre consulte um arquiteto ou engenheiro para aproveitar o traçado natural da melhor maneira e evitar gastos desnecessários.

Solo: Cada tipo de terreno oferece vantagens e desvantagens dependendo do tipo de casa que você quer ter. Os solos pedregosos, por exemplo, trazem dificuldades na hora de fixar fundações mais profundas, sem contar que remover rochas é um trabalho caro, enquanto propriedades arenosas não são indicados para casas pesadas, com vários pavimentos, devido aos seus problemas erosão futura.

Sempre faça uma sondagem do solo para analisar o perfil do terreno e saber se será necessária uma fundação simples ou complexa.

Infraestrutura: Não adianta achar o terreno dos seus sonhos se o lugar não oferecer os serviços de infraestrutura que você vai precisar. Existe rede elétrica, de água e de esgoto? É um bairro residencial ou comercial, onde mais empreendimentos (como uma casa noturna) podem ser construídos? A região é conhecida por gerar congestionamentos. Todos estes fatores podem não influenciar na construção de sua casa, mas vão afetar sua vida.

Documentação: Na hora de comprar a propriedade, peça a certidão da mesma, com negativa de ônus e alienações, que é emitida pelo Cartório de Registro de Imóveis da cidade e que contém também o histórico do terreno. Verifique também se há ações contra o proprietário através de certidões de ações dos distribuidores cíveis, protesto, execuções fiscais e ações federais.

Uma dica importante: confira se o terreno está registrado no nome de quem o está vendendo e peça a Certidão Negativa de Débitos Municipais e o carnê do IPTU, que informa a metragem do terreno e o valor venal.

Sol: No Brasil, a face norte é a que mais recebe iluminação durante o dia e por este motivo terrenos com a frente voltada para esta direção costumam ser valorizados. Na hora de planejar sua casa, deixe os dormitórios e a área de piscina voltados para o nascer do sol, além de prestar atenção se a iluminação não é obstruída por um prédio ou por outra casa.

Fonte: JE online

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Governo eleva projeção de crescimento da economia para 1,1% em 2018

De acordo com o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, expansão do PIB pode chegar a 3% no próximo ano

Brasília – O Ministério da Fazenda aumentou a projeção para o crescimento da economia para este ano e o próximo. A estimativa para o Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no país, passou de 0,5% para 1,1%, neste ano, e de 2% para 3%, em 2018. O anúncio foi feito há pouco pelo ministro da Fazenda, Henrique Meirelles.

O ministro destacou que as empresas e as famílias reduziram o endividamento e as taxas de juros reais (descontada a inflação) está mais baixa, o que permite maior crescimento da economia neste ano.

Para 2018, o ministro disse que é uma “projeção bastante conservadora, bastante sólida”. Ele acrescentou que houve melhora na confiança e expectativa de inflação controlada o que leva a mais consumo e investimento.

Meirelles acrescentou que as projeções são baseadas nas condições do “momento da economia”. “Não podem ser posições conservadoras em excesso ou otimista em excesso”, disse.

A estimativa do mercado financeiro é que o PIB cresça 0,91%, este ano. Para 2018, a estimativa do mercado é 2,62%.

Nos nove meses de 2017, o PIB registrou crescimento acumulado de 0,6%, em relação a igual período de 2016.

Reforma da Previdência

Meirelles voltou a afirmar que a expectativa é que a reforma seja votada na próxima semana na Câmara dos Deputados. “Vamos trabalhar para ser aprovada semana que vem. Se, por ventura, não for possível, então esperamos que seja aprovada em fevereiro, março, no máximo”, destacou.

Participação menor das capitais

De acordo com uma pesquisa divulgada pelo IBGE nesta quinta, vinte capitais estaduais perderam participação no Produto Interno Bruto do país. Segundo o relatório, as cidades foram responsáveis por 33,1% do PIB em 2015, ante 36,1% em 2002. Nos demais municípios, o percentual aumentou de 63,9% para 66,9% no período.

O principal destaque entre as reduções ficou com Recife, com redução de 8,8 pontos percentuais (p.p.);  seguido de Belém (-7,9 p.p.); e Vitória (-7,4 pontos).

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