Os dados que apontam crescimento de 0,58% no terceiro trimestre (julho a setembro) de 2017, já começam a ser utilizados nas projeções de empresários  para o próximo ano. Os números, divulgados pelo Índice de Atividade Econômica (IBC-Br), do Banco Central apontam que a indústria e o varejo tiveram desempenho positivo contra a queda do setor de serviços – comportamento também assimilado pelas pesquisas do IBGE, que é responsável pelo cálculo oficial do PIB.

Os dados que apontam crescimento de 0,58% no terceiro trimestre (julho a setembro) de 2017, já começam a ser utilizados nas projeções de empresários mato-grossenses para o próximo ano. Os números, divulgados pelo Índice de Atividade Econômica (IBC-Br), do Banco Central apontam que a indústria e o varejo tiveram desempenho positivo contra a queda do setor de serviços – comportamento também assimilado pelas pesquisas do IBGE, que é responsável pelo cálculo oficial do PIB.

Diante das constatações e com boas perspectivas para inflação e taxa de juros em 2018, a previsão de crescimento para o ano que vem foi revista pelo governo federal – passando de 2% para 2,5%. Tal mudança consta no Relatório de Receitas do Orçamento, que indica quanto e de onde irão vir os recursos para cobrir as despesas públicas do Brasil. Inclusive, o ajuste de 0,5 pontos percentuais pode significar um acréscimo de quase R$ 5 bilhões em arrecadação.

Diante das perspectivas a executiva do Grupo Valure, a coach e mentora de gestão Lorena Lacerda, explica que os cenários projetados para 2018 são fundamentais para que os empreendedores possam pensar no impacto para seus negócios.“A construção desses cenários propicia a elaboração de um planejamento estratégico para 2018 com um ‘nível de certeza’ um pouco maior para as organizações, o que prevê a sustentabilidade de seus negócios”, diz

Ela também lembra estudos como o do banco Santander, elaborado pelos economistas Everton Gomes e Rodolfo Margato, indicam que Mato Grosso deve encerrar 2017 com um PIB positivo, com variação de 5,1% no comparativo com 2016”, ressalta.

Com os dados também a empresária Lucimar Bigolin, da Bigolin Materiais para Construção, já aposta na expansão em 2018. “O mercado está dando sinais lentamente, mas eles apontam que algo está chegando diferente depois de um longo período de crise – que, sim, existiu e foi profunda. No entanto, nós [empresários] temos agora que acreditar e seguir em frente fazendo as coisas acontecerem”, avalia.

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