Como escolher um terreno na hora de construir

Preste atenção em algumas características básicas que podem ajudar a evitar que você tenha dores de cabeça no futuro

Toda boa construção começa com um bom terreno. Esta é uma regra que mostra a importância de prestar atenção na hora de escolher a propriedade onde irá construir sua casa, afinal prestar atenção em algumas características básicas pode ajudar a evitar que você tenha dores de cabeça no futuro, ou pior, no meio da obra. Confira algumas dicas.

Topografia: Por terrenos planos serem mais caros, muitas pessoas buscam por propriedades em declive ou aclive devido aos seus preços mais em conta, o que pode resultar em bons negócios. Porém é necessário prestar atenção em alguns detalhes, afinal pagar mais barato em um terreno desnivelado pode significar que você terá que gastar mais para deixa-lo em ordem. Propriedade em declive necessitam de movimentações de terra, aterros e estruturas de contenção e de drenagem, enquanto terrenos em aclive também precisam de obras estruturais, como escoamento da água, e podem correr o risco de alagamento.

Sempre consulte um arquiteto ou engenheiro para aproveitar o traçado natural da melhor maneira e evitar gastos desnecessários.

Solo: Cada tipo de terreno oferece vantagens e desvantagens dependendo do tipo de casa que você quer ter. Os solos pedregosos, por exemplo, trazem dificuldades na hora de fixar fundações mais profundas, sem contar que remover rochas é um trabalho caro, enquanto propriedades arenosas não são indicados para casas pesadas, com vários pavimentos, devido aos seus problemas erosão futura.

Sempre faça uma sondagem do solo para analisar o perfil do terreno e saber se será necessária uma fundação simples ou complexa.

Infraestrutura: Não adianta achar o terreno dos seus sonhos se o lugar não oferecer os serviços de infraestrutura que você vai precisar. Existe rede elétrica, de água e de esgoto? É um bairro residencial ou comercial, onde mais empreendimentos (como uma casa noturna) podem ser construídos? A região é conhecida por gerar congestionamentos. Todos estes fatores podem não influenciar na construção de sua casa, mas vão afetar sua vida.

Documentação: Na hora de comprar a propriedade, peça a certidão da mesma, com negativa de ônus e alienações, que é emitida pelo Cartório de Registro de Imóveis da cidade e que contém também o histórico do terreno. Verifique também se há ações contra o proprietário através de certidões de ações dos distribuidores cíveis, protesto, execuções fiscais e ações federais.

Uma dica importante: confira se o terreno está registrado no nome de quem o está vendendo e peça a Certidão Negativa de Débitos Municipais e o carnê do IPTU, que informa a metragem do terreno e o valor venal.

Sol: No Brasil, a face norte é a que mais recebe iluminação durante o dia e por este motivo terrenos com a frente voltada para esta direção costumam ser valorizados. Na hora de planejar sua casa, deixe os dormitórios e a área de piscina voltados para o nascer do sol, além de prestar atenção se a iluminação não é obstruída por um prédio ou por outra casa.

Fonte: JE online

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Governo eleva projeção de crescimento da economia para 1,1% em 2018

De acordo com o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, expansão do PIB pode chegar a 3% no próximo ano

Brasília – O Ministério da Fazenda aumentou a projeção para o crescimento da economia para este ano e o próximo. A estimativa para o Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no país, passou de 0,5% para 1,1%, neste ano, e de 2% para 3%, em 2018. O anúncio foi feito há pouco pelo ministro da Fazenda, Henrique Meirelles.

O ministro destacou que as empresas e as famílias reduziram o endividamento e as taxas de juros reais (descontada a inflação) está mais baixa, o que permite maior crescimento da economia neste ano.

Para 2018, o ministro disse que é uma “projeção bastante conservadora, bastante sólida”. Ele acrescentou que houve melhora na confiança e expectativa de inflação controlada o que leva a mais consumo e investimento.

Meirelles acrescentou que as projeções são baseadas nas condições do “momento da economia”. “Não podem ser posições conservadoras em excesso ou otimista em excesso”, disse.

A estimativa do mercado financeiro é que o PIB cresça 0,91%, este ano. Para 2018, a estimativa do mercado é 2,62%.

Nos nove meses de 2017, o PIB registrou crescimento acumulado de 0,6%, em relação a igual período de 2016.

Reforma da Previdência

Meirelles voltou a afirmar que a expectativa é que a reforma seja votada na próxima semana na Câmara dos Deputados. “Vamos trabalhar para ser aprovada semana que vem. Se, por ventura, não for possível, então esperamos que seja aprovada em fevereiro, março, no máximo”, destacou.

Participação menor das capitais

De acordo com uma pesquisa divulgada pelo IBGE nesta quinta, vinte capitais estaduais perderam participação no Produto Interno Bruto do país. Segundo o relatório, as cidades foram responsáveis por 33,1% do PIB em 2015, ante 36,1% em 2002. Nos demais municípios, o percentual aumentou de 63,9% para 66,9% no período.

O principal destaque entre as reduções ficou com Recife, com redução de 8,8 pontos percentuais (p.p.);  seguido de Belém (-7,9 p.p.); e Vitória (-7,4 pontos).

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Ministro da Fazenda melhora projeções para o PIB em 2017 e 2018

Com cenário econômico positivo, Henrique Meirelles revisou para cima as expectativas de crescimento do Brasil

Diante da retomada do crescimento e da alta na confiança, a economia brasileira deve crescer mais que o esperado neste e no próximo ano. Dados do Ministério da Fazenda apontam para um crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 1,1% em 2017 e de 3% em 2018.

As previsões iniciais indicavam um crescimento mais moderado: de 0,5% e de 2%, respectivamente. Os números foram divulgados nesta quinta-feira (14) pelo ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, e pelo secretário de Política Econômica, Fabio Kanczuk.

“Existe um aumento da confiança muito grande que também influenciou a trajetória [da economia] neste ano, fruto do controle fiscal, da aprovação do teto dos gastos, da aprovação das reformas em geral e de todas as discussões em andamento”, avaliou o ministro, durante entrevista coletiva.

Segundo Meirelles, esse conjunto de fatores contribuiu para o aumento da confiança na economia. Com a queda da inflação e dos juros, as empresas se recuperaram e as famílias voltaram a consumir. No terceiro trimestre deste ano, o Produto Interno Bruto (PIB) – que é a soma de toda riqueza produzida pelo País – cresceu 1,4% na comparação com o mesmo período do ano passado. Para o ministro, uma clara demonstração de que a crise ficou para trás.

Reforma da Previdência

Durante a entrevista, Meirelles também reforçou a necessidade de aprovação da reforma da Previdência como forma de consolidar a estimativa de crescimento e gerar efeitos positivos na economia brasileira. Ele indicou que as previsões podem mudar a depender da conclusão da mudança das regras previdenciárias.

“Levando ao extremo a hipótese de a reforma não ser aprovada nem no início do ano que vem, certamente isso terá impacto negativo [na economia]. Difícil de medir o quanto”, alertou Meirelles.

Nos últimos dias, o Governo do Brasil, empresários e líderes parlamentares vêm reforçando a importância de aprovação da reforma da Previdência, que, atualmente, está em análise na Câmara dos Deputados. A medida é considerada essencial para eliminar privilégios e evitar que as contas públicas entrem em colapso dentro dos próximos anos. Veja mais em>>

Fonte: Governo do Brasil

 

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BrDU fatura três prêmios no Top Imobiliário 2017

A BrDU foi a maior vencedora da noite

A BrDU Urbanismo, foi uma das grandes vencedoras do 12º Prêmio Top Imobiliário e Condominial 2017, do SecoviGoiás de melhor projeto pelo Villagio Toscana.  O empreendimento tem sua arquitetura voltada para a região tida como a mais bela da Itália, que dá nome ao empreendimento. A proposta contempla a arquitetura vernacular – aquela construída pelo povo – característica da Toscana que, embora simples e rústica, preza pelo conforto e pela beleza.

A BrDU foi a grande vencedora no prêmio Top Imobiliário 2017

A BrdU também foi premiada nas categorias: Loteamento Aberto com o Residencial Parque da Mata e melhor Loteamento Fechado com o Villagio Azzure. O prêmio tem como objetivos reconhecer e estimular a excelência profissional nos setores imobiliário e condominial de Goiás.

A BrDU parabeniza a todos os envolvidos em nossos projetos. São resultados como este que, mostram que a BrDU não para de evoluir, busca sempre a eficiência, excelência e mais qualidade em tudo que faz.  Saiba mais >>

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CAU propõe mudanças nos estudos de impacto de grandes empreendimentos na capital

Expansão urbana, densidade populacional, mobilidade, drenagem e transferência do direito de construir são os principais temas abordados no documento

O Conselho de Arquitetura e Urbanismo de Goiás (CAU-GO) entregou à Secretaria de Planejamento Urbano e Habitação de Goiânia (Seplanh), nesta quarta-feira (29/11), um documento com uma série de recomendações para a revisão do Plano Diretor de Goiânia.

As sugestões do conselho contemplam os temas da Expansão Urbana, Densidade Populacional, Mobilidade, Drenagem e Transferência do Direito de Construir (TDC), e resultam de um trabalho da Comissão de Política Urbana e Ambiental (Cepua), composto por conselheiros e membros convidados.

Coordenadora da Cepua, Regina de Faria Brito disse que as recomendações são no sentido de alterar questões conceituais ou até mesmo de aplicar algumas que já existem no Plano Diretor de 2007 mas que não foram efetivamente fiscalizadas ou cumpridas.

Parques urbanos

Um dos pontos mais polêmicos é com relação a densidade em volta dos parques urbanos que, hoje, são cercados de grandes edifícios habitacionais. A arquiteta destaca que essas construções na bacia de contenção dos parques causa o rebaixamento permanente do lençol freático e impermeabiliza o solo.

Para evitar problemas como os que já acontecem nos parques Vaca Brava e Flamboyant, o CAU-GO propõe uma maneira diferente de ocupação desses espaços.

“Nós defendemos que, nesses casos, haja uma faixa de transição de no mínimo 100 metros com uma baixa densidade. Isso é mais compatível com o uso ambiental e deve estar contido no plano diretor”, destaca.

O superintendente de Planejamento da Secretaria Municipal de Planejamento e Habitação (Seplanh), Henrique Alves, ressalta a importância da contribuição do Conselho de Arquitetura e Urbanismo na elaboração do Plano Diretor, mas diz que é preciso manter o equilíbrio ao analisar essas questões.

“É importante mantermos o equilíbrio no sentido de reconhecer que quase a totalidade dos parques de Goiânia foram feitos através de compensação ambiental. Ou seja, os empreendedores que pagaram para o município executar aquele determinado espaço verde”, pontua.

O superintendente lembra que a revisão do Plano Diretor proposta pela gestão Iris Rezende (PMDB) já prevê a proibição do rebaixamento permanente do lençol freático em toda a cidade.

Grandes empreendimentos

Outro ponto controverso na revisão do Plano Diretor é com relação ao impacto causado pelos grandes empreendimentos no adensamento em alguns pontos da capital.

Para a coordenadora  da Cepua, é preciso sim sair do modelo de expansão urbana e ver a cidade sob a ótica de cidade compacta. No entanto, o estudo do impacto causado por esses empreendimentos precisa ser revisto, já que hoje ele é realizado pelos próprios empreendedores.

“A ideia de cidade compacta acaba sendo uma justificativa para ter em determinados pontos da cidade, empreendimentos de altíssima densidade, com 40, 50 andares. E o estudo de impacto de vizinhança que eles realizam hoje é mais uma publicidade para o empreendimento”, analisa.

Para o superintendente Henrique Alves, proposta apresentada pelo CAU de alterar a forma de apresentação do Estudo de Impacto de Trânsito (EIT) pode solucionar esse problema.

“O CAU propõe que o estudo de impacto de transito seja apresentado no inicio do projeto e não no final, como acontece hoje. O município ele escuta isso e vê com bons olhos e inclusive está sendo proposto pelo plano diretor”, explica. Saiba mais…

 

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13° salário aquece vendas no setor imobiliário de Imperatriz

Especialistas indicam que a bonificação deve ser usada com cautela e planejamento

Fim de ano, época de comemorações, encontros familiares e 13° salário na conta. O dinheiro extra pago ao trabalhadores de carteira assinada é muito esperado pelos brasileiros, pois além de aliviar muitas das contas, algumas pessoas usam o bônus para investir no sonho da casa própria. Mas, os especialistas ressaltam que o uso da bonificação deve ser usado com cautela e planejamento.

Fábio Uruaçu é de Goiás, e comprou um lote em dos empreendimentos Verona para iniciar um investimento na cidade, já que veio com toda a família para Imperatriz. “No final do ano é melhor para mudar e reorganizar a vida sem ter prejuízo com as crianças no ano letivo. O preço aqui em Imperatriz está bom.”

De acordo William Folly, dos dois empreendimentos que a empresa tem na cidade, e dos três mil lotes que estava à venda, apenas quatrocentos restam na planilha de vendas e já geram uma expectativa de 40% de aumento na procura para essa época do ano. “É um investimento seguro, sólido, um loteamento com infraestrutura e documentação regularizada”, reforça.

Para quem já deu a entrada em um imóvel o 13° salário pode ser usado para pagar parcelas em atraso, adiantar parcelas ou quitar financiamentos. A bonificação pode ser usada ainda como fundo para despesas futuras, a exemplo de registro da escritura do imóvel, certidões emitidas em cartórios, reformas, Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis dentre outras taxas e despesas com a nova moradia.

Lotes no residencial Verona

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